Destruidor de Dogmas: "Foi Nietzsche, em A Gaia Ciência e depois em seu Assim Falou Zaratustra, de 1883, que cunhou a famosa frase “deus está morto”. Foi mal compreendido, como é tão comum a todos que trazem idéias novas ou as registram em frases emblemáticas como ele fez."
'via Blog this'
"Ver para crer" foi uma atitude adequada no passado. Hoje, no tempo de realizar o impensável e criar o imprevisível, a atitude é CRER PARA VER. Crer não significa esperar sentado que algo aconteça. Significa crer em suas ideias e AGIR de acordo com elas. O TEMPO TODO. Seja bem-vindo à SINAPSE.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Destruidor de Dogmas

A partir de agora, priorizarei a publicação dos meus textos pessoais primeiramente no DdD, que tem um volume de audiência muitíssimo maior, e depois os publicarei aqui no Sinapse.
Agradeço a todos os amigos que possam curtir a página no FB e registrar-se para receber as atualizaçòes do blog.
http://destruidordedogmas.com.br/
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
O CENTÉSIMO MACACO
"O Centésimo Macaco" é um livro onde o autor Ken Keyes Jr. pede que se divulgue a mensagem ao maior número
possível de pessoas. Transcreverei aqui trechos do livro:
(...)
"Há uma história que eu gostaria de lhe contar. Sua mensagem pode conter a única esperança de um futuro para a nossa espécie!É a história do centésimo macaco:
O macaco japonês da vem sendo observado há
mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram
batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles
apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável o da areia. Uma
fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio
próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros
também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães. Aos olhos dos
cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários
macacos.
Entre 1952 e 1958, todos os macacos jovens
aprenderam a lavar a areia das batatas-doces para torná-las mais gostosas. Só
os adultos que imitaram os filhos aprenderam esse avanço social. Outros adultos
continuaram comendo batata-doce com areia.
Foi então que aconteceu uma coisa
surpreendente. No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos - não se
sabe ao certo quantos - lavavam suas batatas-doces.
Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa
e nove macacos da ilha de Kochima
já tivessem aprendido a lavar as batatas-
doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco
também tivesse feito uso dessa prática.
ENTÃO ACONTECEU !
Nessa tarde, quase todo o bando já lavava as
batatas-doces antes de comer.
O acréscimo da energia desse centésimo macaco
rompeu, de alguma forma,
uma barreira ideológica !
Mas veja só:
Os cientistas observaram uma coisa mais
surpreendente:
O hábito de lavar as batatas-doces havia
atravessado o mar. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram
a lavar suas batatas-doces! Assim, quando um certo número crítico atinge a
consciência,
Essa nova consciência pode ser comunicada de
uma mente a outra.
O número exato pode variar, mas o Fenômeno do
Centésimo Macaco significa que,
quando só um número limitado de pessoas
conhece um caminho novo, ele permanece como patrimônio da consciência dessas
pessoas. Mas há um ponto em que, se mais uma pessoa se sintoniza com a nova
percepção, o campo se alarga, de modo que essa percepção é captada por quase
todos !
Precisamos da sua percepção para salvar o
mundo.
Você pode ser o centésimo macaco...
Você pode fornecer o acréscimo de energia
consciente para criar a percepção compartilhada da urgente necessidade de
conquistarmos rapidamente um mundo livre das ameaças atuais. Se você estiver
achando que não pode fazer nada a respeito das ameaças que pairam sobre a nossa
cabeça, lembre-se da história do centésimo macaco.
O centésimo macaco pode ser você! Sua
consciência e sua ação podem ser o acréscimo de energia necessário para
representar a diferença entre a vida e a morte, para você , para sua família -
para todos nós.
A AÇÃO DAS MASSAS É EFICAZ
Precisamos usar o poder da nossa consciência
coletiva aprendendo a nos concentrar na paz - e na união dos homens.
Em primeiro lugar, sua mente está dividida
contra ela mesma. Você passou a se reprimir, a se desprezar, a se criticar e,
sob muitos aspectos, deixou de estimar a si mesmo. Alguma vez você já notou que
os momentos em que se sente mais distanciado dos outros, no fundo, apenas não
está gostando de si mesmo ?
Em segundo lugar, sua mente está separada do
seu corpo. Os pensamentos obstruíram o livre fluxo dos seus sentimentos. A
atividade mental impede, constantemente, que você sinta a vida do seu corpo. Você
negligenciou o corpo, desviando a sua energia para atividades que envolvem
orgulho, prestígio e o sempre sedutor "sucesso", que não lhe
trouxeram nem felicidade, nem paz de espírito.
Em terceiro lugar, assim como a sua mente se
dividiu contra ela mesma e contra o corpo que a hospeda, também vem se
alienando cada vez mais dos bilhões de primos que estão aqui e agora, dividindo
com você este planeta. Você perdeu o vínculo com a Mãe Terra e com todas as
suas criaturas - e esqueceu que nós dependemos uns dos outros.
Em inúmeras situações, automaticamente,
sentimos que as pessoas são "elas" - e não "nós". Esses
hábitos mentais selvagens são perigosos para a nossa espécie.
Não precisamos rejeitar um ser humano porque
não gostamos da sua programação.
Simplesmente podemos deixar claro que
gostamos da pessoa - mas não gostamos de uma ação particular. E nossos
pensamentos e atos podem mudar porque, em essência, eles não são nós. Tenho a experiência direta de que, em
minha essência, sou algo diferente dos hábitos mentais eu compõem a minha
personalidade e a atual novela da minha vida.
Portanto posso não gostar do comportamento de
uma pessoa e ainda assim saber que se trata de um ser humano que, como eu,
simplesmente tenta acertar na vida de acordo com a formação que recebeu na
infância. Seus pensamentos e ações não passam de um conjunto de hábitos mentais
em estado fluido que, à medida que você evolui, passa de um a outro estágio de
crescimento na vida.
Podemos treinar a mente a desenvolver uma
consciência "eu-e-você", em que paciência e compreensão harmonizarão
compassivamente o fluxo de nossas atividades de modo eu todos sintamos vontade
de ajudar uns aos outros a resolver os problemas.
Podemos desenvolver a percepção de que eu
estarei livre de certos problemas quando você também se livrar deles. Isto se
aplica tanto aos relacionamentos entre indivíduos como entre países. Quando
formo uma imagem sua posso esquecer que você não é o que pensa ou faz. Não o
conheço por dentro - como conheço a mim mesmo.
Posso esquecer que, nos aspectos que
realmente importam, você é igual a mim .
Você tem um coração humano sensível à dor, à
ternura, à tristeza e à felicidade.
Sua essência e suas intenções são basicamente
boas - exatamente como as minhas !
E o meu ego muitas vezes é por demais
propenso a dar a mesma importância a todas as diferenças que minha mente
percebe: estilo de vida, cor de pele, status social, grau de instrução,
diferença de idéias e de opiniões, e assim por diante. Quando amplio continuamente esses sinais
aparentes, crio a imagem de que você realmente é diferente de mim. Já é hora de
começarmos a perceber que há muito mais semelhanças do que diferenças entre mim
e você. Somos todos companheiros,
seguindo juntos pela estrada da vida.
Não vivemos isolados. Estamos todos interligados.
Qualquer tipo de desarmonia em qualquer lugar
do planeta nos afeta - mesmo quando não a percebemos conscientemente.
Não estamos separados. O que dizemos e
fazemos pode afetar o bem-estar de todos nós. Sabemos que conviver com doentes
pode minar a nossa saúde.
Começamos a aprender que conviver com pessoas perturbadas pode abalar nossa
paz de espírito.
Conviver com pessoas infelizes pode
prejudicar a nossa felicidade.
Conviver com a violência e o ódio pode matar o nosso amor. Se a nossa
espécie quiser sobreviver, terá que substituir as ilusões do separatismo pelas
experiências emocionais de aceitação, cooperação e união.
Em vez de "você-versus-eu" é melhor
"você e eu", juntos neste planeta.
Por mais que nossas idéias e ideologias se
choquem, precisamos lembrar que não há nada mais importante para a
sobrevivência e para uma vida feliz do que os sentimentos de compreensão e a identidade
dos objetivos humanos.
Podemos aprender a manter nossas disputas
dentro dos limites. Podemos aprender a discordar sem expulsar os outros do
nosso coração - e criar, de outra maneira, ódios inabaláveis. Podemos nos
aprimorar na arte de mudar os mecanismos de desejo da nossa mente.
Seja lá o que for que queiramos ganhar,
sempre custa um preço muitíssimo alto gerar o ódio e o separatismo, ainda que
"justificados". O amor humano - o amor de coração a coração - vale
mais do que qualquer outra coisa. Se conseguirmos isso, teremos conseguido o
bastante. Sem esse amor no nosso coração, de nada adianta todo o resto.
Do ponto de vista dos nossos complexos
mecanismos de desejo, a vida sempre parecerá "imperfeita". ÀS VEZES GANHAMOS, ÀS VEZES PERDEMOS. Lembre
sempre eu os sentimentos de raiva, de ódio e de separatismo são os nossos
únicos problemas. Não podemos mais nos dar ao luxo de criar separatismo e
alienação, se quisermos extrair o máximo da nossa vida. Mas precisamos aprender
a não expulsar os outros do nosso coração. Nós nos distanciamos um do outro com
muita facilidade...
Nosso ego e nossa mente racional são peritos
em nos fazer pensar e sentir que o problema de separação entre os homens está
no mundo exterior - e não dentro de nós ! Com a prática, essa capacidade mental
de flexibilidade interior vai nos tornar até mais eficientes e poderosos. É
preciso ser forte para ser capaz de declarar com amor, mas com franqueza, o que
se quer de uma pessoa que discorda de nós - e nos é hostil.
Você vai ampliar a sua capacidade de ajudar o
mundo quando aprender a ser mais flexível. Isso significa ser capaz de
harmonizar-se constantemente, de modo a criar uma experiência de vida como um
todo com apreço, espírito de cooperação e amor para com as pessoas que o rodeiam
- mesmo quando elas se opõem a você
Ainda não sabemos manejar eficientemente
nossas mentes e nossas emoções para criar a sutil mistura mente-e-coração, que
nos permite usar a arca do tesouro da nossa sabedoria interior. Essa sabedoria
está hermeticamente fechada quando nosso ego e nossa mente rodam os videoteipes
que geram incessantemente a ilusão do separatismo. Só ao abrir a mente e o
coração encontraremos a sabedoria rica e intuitiva, que existe sempre, em todo
ser humano - mesmo quando não é usada.
Hoje em dia, no nosso mundo, são tão grandes
as energias conflitantes que talvez seja preciso o "milionésimo
macaco" para proteger a energia da totalidade e da cooperação - da
amizade, do amor, e da partilha da vida neste planeta.
SEJA QUAL FOR ESSE NÚMERO CRÍTICO, VOCÊ É
NECESSÁRIO PARA SALVAR NOSSA CIVILIZAÇÃO.
Informe-se, tenha esperança e energia. Fique
ligado nos pensamentos de paz e de amor. Sinta o seu poder de combater o
desespero. Deixe que seu entusiasmo vá fundo e penetre na consciência coletiva!
Reúna-se às pessoas, converse, compartilhe. Reconsidere as suas prioridades... Isso
não significa necessariamente eu você deva abandonar seu emprego ou seu atual
estilo de vida. Significa canalizar cada vez mais energia e conferir prioridade
à expansão da sua consciência, à comunicação com os outros que ainda não
despertaram, e retirar energia de todos os pensamentos e ações que gerem
alienação, separatismo, destruição e morte entre os homens.
Não espere até que os outros comecem a abrir
o coração. Em vez disso, comece a fazer agora o que é tão desesperadamente necessário
para o desenvolvimento consciente da sua vida - e para a sobrevivência da nossa
espécie. Sua dedicação para salvar a vida de todos e a do planeta Terra elevará
a sua própria vida a um nível de satisfação e bem-estar que de outra forma,
você nunca atingiria. Você se tornará cada vez mais feliz ao aprender a amar
mais. E começará a descobrir o milagre do seu pleno potencial como ser humano.
Sua vida adquirirá significado e objetivo.
Sua energia pesará na balança se for somada à de milhares de outros -
fundindo-se, elevando lentamente a consciência coletiva a um grau de poder que
representa a diferença fundamental!Essa força vital se irradiará muito além das
pessoas envolvidas e tocará tudo o que vive sobre a Terra. Dentro de você a
mudança já está acontecendo !
O Fenômeno do Centésimo Macaco nos dá idéia
da nossa responsabilidade e da nossa força.
(...)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
A última de 2011
E o ano acabou, tão rápido quanto veio. O ano no qual o Brasil efetivamente deixou de ser o país do futuro, para ser o país do agora. A despeito do muito que há a ser feito antes que possamos chamar o Brasil de desenvolvido, ou mesmo civilizado, não se pode minimizar a importância desse passo.
Aqueles que estabeleceram metas acima dos números de 2010 estão frustrados. Mas a culpa é deles mesmos: já é hora de virar adulto e encarar o óbvio, ou seja, que depois de um ano de brilhante e inesperado crescimento, o ano seguinte tende a ser bom – apenas isso. O que jamais significará crescer mais que os números brilhantes de 2010.
Aqueles (raros, para minha surpresa) que tiveram os pés no chão para saber que 2011 seria um ano bom, porém nada espetacular, estão com a sensação de ter progredido, consolidado um patamar saudável.
Este foi o ano no qual pessoas do mundo todo redescobriram que podem, e devem, tomar as ruas e protestar. Os cínicos dirão que protestar não garante mudança. Eu direi apenas que não protestar garante que as coisas fiquem do mesmo jeito.
Este foi o ano de derrubada de muitas ditaduras retrogradas. O que absolutamente não quer dizer que esses países estão realmente melhores para as pessoas que vivem neles. Mas mesmo o estado de turbulência, dúvida e indefinição é superior ao estado que esmaga o cidadão que o mantém. Superior porque, mesmo que não seja bom, a mudança em si é infinitamente melhor que a modorra de quarenta anos de um ditador absolutista.
Este foi um ano estranho. O Brasil falando em emprestar dinheiro à Europa, os Estados Unidos à beira do caos de renegociação de dívida. O Dalai Lama deixando de ser líder político e tornando-se exclusivamente líder religioso – e saindo pelo mundo numa campanha para Celebrar Nossas Diferenças. Porque é da aceitação delas que se fará uma humanidade verdadeiramente plural. O Papa sendo processado por acobertar crimes contra a humanidade. O negro Obama que preside os Estados Unidos falando de dívida, a Roussef descendente Européia que preside o Brasil, de emprestar dinheiro.
Como diria o Chacrinha, 2011 não veio para explicar, veio para confundir. E seja bem vinda essa confusão que abala as certezas velhas, que espana o pó assentado por sobre as teses mofadas, que remexe o fundo e desassossega.
Que venha 2012, e que possamos seguir exatamente neste caminho. Porque como todo mundo sabe, pra arrumar de verdade alguma coisa, é preciso fazer antes uma bagunça danada.
(C) 2011. Paulo R. R. Ferreira. Todos os direitos reservados.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Steve Jobs, escolhas e futurologia
©2011 Paulo R. R. Ferreira. Todos os direitos reservados.
Somos bastante fascinados pelas formas de prever o futuro, seja pelo aspecto mais místico ou num aspecto normal e mundano. Gostaríamos de saber qual a cotação do dólar na semana que vem, tanto quanto gostaríamos de saber se uma decisão que estamos tomando hoje vai resultar em sucesso, seja ela profissional ou pessoal.
Uma abordagem muito interessante é aquela que diz que o melhor modo de prever o futuro é criá-lo. Normalmente, associamos essa frase às grandes invenções e inovações, e o sucesso pessoal e financeiro que costuma acompanhar aqueles que são capazes de fazer isso, como o recentemente falecido Steve Jobs.
Mas o que normalmente não nos damos conta é que criamos o nosso futuro a cada escolha que fazemos – com ou sem consciência disso. E o próprio Jobs falou disso no seu famoso discurso aos alunos da graduação de 2005 em Stanford. [assista aqui, com legendas em português: http://youtu.be/66f2yP7ehDs ] Como ele mesmo destacou, é um modo de ver a vida, é uma abordagem total – não apenas uma estratégia de negócios.
Toda a lei das probabilidades, vista pelo modo mais simples e direto, mostra que teremos no nosso futuro aquilo a que nos dedicamos mais intensamente no presente.
Se nos dedicamos intensamente ao trabalho e ao dinheiro, se priorizamos isso, há grande probabilidade que você tenha, no seu futuro, trabalho e dinheiro. Simplesmente porque esse foi o foco escolhido, porque foi a ele que você dedicou a maior parte do seu tempo e esforços.
Precisamos lembrar apenas que o nosso tempo é curto, finito e limitado. Cada escolha por mais atenção a um aspecto implica necessariamente em menos tempo e atenção a outros aspectos da vida. Então, quem passa 30, 40 anos de sua vida se dedicando prioritariamente ao trabalho e ao dinheiro, muito provavelmente, terá aos 60, 70 anos, construído um futuro onde trabalho e dinheiro continuam sendo o centro.
E estas escolhas, com o tempo, podem causar um sério desequilíbrio, porque as pessoas mudam suas prioridades enquanto vivem. Aos 70 anos, a maior parte das pessoas valoriza a família, as relações pessoais, a companhia e a tranqüilidade muitíssimo mais do que jamais imaginou que valorizaria.
O problema é que quem passou a vida inteira se dedicando com foco intenso voltado para trabalho e dinheiro, construiu para si, igualmente, um futuro onde esses dois itens são dominantes. Por priorizar estes dois itens, muito provavelmente conviveu pouco com a família, não conseguiu construir relações sólidas e cumplicidades duradouras. E aos 70 anos, provavelmente não vai achar que ter uma vida preenchida apenas por trabalho e dinheiro vai ser satisfatória, ou nem sequer aceitável.
Quando escolhemos as prioridades da nossa vida HOJE, estamos, na verdade, fazendo as escolhas que determinarão nosso futuro. Estamos CRIANDO nosso futuro com nossas prioridades.
E posto que nossa vida é curta, finita e limitada, é altamente perigoso passar a vida priorizando demasiadamente alguns aspectos que quase certamente vão perder valor no futuro, em detrimento de outros, que farão muita falta.
Além de tudo, adiar a vida, priorizar apenas a segurança material, é uma atitude que faria sentido num cenário onde fosse garantido que viveríamos por tempo suficiente para colher DEPOIS o que plantamos hoje.
Mas, como todos sabemos, e como nos foi iconicamente demonstrado pela morte de Steve aos 56 anos: a vida não tem certificado de garantia.
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